com o teu andar
síncrono e espiralado.
Na tua constante hipnose,
vortexas-te,
qual sedento buraco negro,
em forças centrífugas
(e centrípetas!) e,
com energia rodopiante,
exponencias a tua força
solitária e una.
Num agora,
que não metamorfizas
em depois,
num perpétuo centrismo,
circundas-te,
circundas-te,
circundas-te,
"
"
"
(...)


